Chinalco vê tendência de alta para preços de metais não-ferrosos

A Aluminum Corporation of China (Chinalco), maior produtora de alumínio do país, afirmou na quarta-feira que vê uma tendência de alta nos preços globais dos metais não-ferrosos.

REUTERS

09 Dezembro 2009 | 09h02

Os preços do alumínio despencaram mais de 50 por cento neste ano após atingir um pico em 2008, e foram gradualmente se recuperando mais tarde.

Nesta quarta-feira, o preço do metal para três meses na bolsa de Londres chegou a 2.171/81 dólares a tonelada, contra menos de 1.300 dólares em fevereiro.

"Atualmente, a indústria de metais não-ferrosos está se estabilizando e se aquecendo, mas o mercado ainda não está muito estável", disse Xiong Weiping, presidente da Chinalco, à agência de notícias oficial Xinhua.

"Mas a recuperação econômica global vai promover uma recuperação contínua no consumo e produção de metais não-ferrosos", completou.

Xiong afirmou que as expectativas de inflação global vão ajudar a elevar os preços do metal, apesar de haver pressão de capacidades extras.

"Para resumir, os preços dos metais não-ferrosos devem ficar flutuando, mas com tendência de alta", disse ele entrevista à Xinhua.

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