Congressistas chegam a acordo sobre lei agrícola dos EUA

Negociadores do Senado e da Câmara chegaram na segunda-feira a um acordo bipartidário para a esperada lei agrícola dos Estados Unidos que encerra o custoso subsídio direto pago a produtores, ao mesmo tempo em que limita o gasto com o cartão alimentação em 1 por cento.

ERIC BEECH, Reuters

28 de janeiro de 2014 | 09h52

"Nós temos uma lei que faz sentido, trabalha para produtores, pecuaristas e consumidores e famílias que precisam de ajuda, e protege nossa terra, água e vida selvagem", Debbie Stabenow, presidente do Comitê de Agricultura do Senado.

O acordo da nova lei agrícola de cinco anos veio após os parlamentares passarem semanas discutindo seus temas.

A lei afeta cerca de 16 milhões de empregos no setor agrícola do país e tem impacto nas principais empresas do agronegócio. Ela deve economizar cerca de 24 bilhões de dólares ao longo de dez anos, muito menos do que os críticos --especialmente os conservadores republicanos-- esperavam.

O custo final em uma década deve ficar perto de 1 trilhão de dólares de acordo com alguns parlamentares.

O projeto de 949 páginas será levado para votação na Câmara dos Deputados nesta semana, de acordo Debbie Stabenow, que acrescentou que o Senado poderá votar o projeto já na próxima semana.

(Reportagem adicional David Lawder)

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