Correios preparam ações para garantir serviços na greve

Os Correios informam que estão adotando várias ações preventivas para garantir a prestação de serviços à população em caso de paralisação dos trabalhadores. Em assembleias realizadas na noite dessa quarta-feira, 11, trabalhadores de oito Estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pernambuco e Paraíba) decidiram paralisar seus serviços, num movimento por reajuste do piso salarial, aumento real de 6%, vale-alimentação e reembolso creche.

SANDRA MANFRINI, Agência Estado

12 de setembro de 2013 | 09h01

Por meio de nota, a assessoria de imprensa dos Correios reforça que, "somente após o início do expediente de hoje, poderá ser verificada a adesão à paralisação, por meio do ponto eletrônico". Mas, segundo a empresa, se parte dos trabalhadores aderir à paralisação, serão colocadas em prática medidas do Plano de Continuidade de Negócios para garantir a entrega de cartas e encomendas e o atendimento em toda a rede. "Entre as ações estão a realização de horas extras, mutirões para entrega nos fins de semana, deslocamento de empregados entre as unidades e contratações temporárias", diz a nota dos Correios.

Quanto às reivindicações da categoria, a ECT informa que o Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014 está em processo de negociação com as entidades sindicais e que o diálogo continua aberto, o que não justificaria, na avaliação da empresa, a paralisação. Os Correios ofereceram reajuste de 5,27% sobre salários e benefícios.

Mais conteúdo sobre:
greveCorreios

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.