Dilma defende atos, mas critica bloqueios e violência

A presidente Dilma Rousseff afirmou no final desta quinta-feira, 11, que as manifestações em geral, sejam de quem for, têm quer ser respeitadas como reivindicações e busca por mais direitos sociais. "O Brasil é isso", disse a presidente. Segundo Dilma, o governo tem feito grandes avanços nos últimos dez anos "e, agora, as pessoas querem mais, e querer mais é algo muito positivo numa democracia". Apesar do tom conciliador, Dilma criticou os bloqueios do trânsito e a violência. "Eu considero que em qualquer manifestação onde haja interrupção de rodovias e atos de violência, eles têm de ser condenados. O governo não condena. O governo coíbe."

MARINA GUIMARÃES, ENVIADA ESPECIAL, Agência Estado

12 de julho de 2013 | 00h25

A presidente reiterou que o governo está tomando diversas providências no sentido de não permitir o fechamento de estradas e apelou para o Judiciário. "O direito de ir e vir é um direito fundamental e democrático", afirmou. Ao chegar a Montevidéu, onde participará nesta sexta-feira, 12, da reunião de cúpula de presidentes do Mercosul, a presidente concedeu rápida entrevista coletiva e disse ainda que as conquistas sociais do povo brasileiro vieram para ficar e não serão de nenhuma forma abaladas. "O que nós queremos é ampliar essas conquistas e direitos sociais."

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