Governo inclui emergência no treinamento médico

O governo federal republicou nesta quarta-feira, 10, no Diário Oficial da União trecho da Medida Provisória do Programa Mais Médicos que dispõe sobre o treinamento do estudante de medicina durante dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS). O novo texto amplia as atividades que o estudante desempenhará nesse período. Além de serviços de atenção básica, já previstos na redação anterior, o estudante também atuará nas ações de urgência e emergência do SUS.

LUCI RIBEIRO, Agência Estado

10 de julho de 2013 | 08h25

A MP 621, que institui o Programa Mais Médicos, foi publicada na terça-feira, 09, no Diário Oficial da União. Entre outras medidas, o programa prevê que, a partir de 2015, o curso de Medicina passará de 6 para 8 anos e os estudantes terão de trabalhar dois anos no SUS antes de conseguir o diploma. A ampliação da duração do curso deverá ser regulamentada em 180 dias pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). No período em que trabalhar nos serviços públicos de saúde, o estudante receberá uma bolsa, financiada pelo Ministério da Saúde.

O Programa Mais Médicos inclui ainda o recrutamento de profissionais brasileiros e estrangeiros para trabalhar em áreas prioritárias, a abertura de 11.447 novas vagas para graduação e outros 12.376 postos de especialização em áreas consideradas prioritárias até 2017.

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