Justiça manda empresas rotular óleo com soja transgênica

A decisão, de primeira instância, foi tomada em São Paulo. Empresas podem recorrer

21 de setembro de 2007 | 14h27

A Justiça de São Paulo determinou que as duas maiores fabricantes de óleo de soja do Brasil, Bunge Alimentos e Cargill Agrícola, informem norótulo da embalagem se o óleo de soja vendido por ambas é fabricado a partir de grão geneticamente modificado.   Ambas comercializam algumas das marcas mais conhecidas do mercado, como Soya (Bunge) e Liza (Cargill).   Deve constar dos rótulos a imagem do triângulo amarelo com um T no meio e a informação de que o produto foi fabricado com matéria-prima transgênica.   A decisão, de primeira instância, foi da 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, que acolheu a ação civil pública proposta pelo Ministério Público paulista, mandou citar as empresas e concedeu prazo de 30 dias para a que os fabricantes adaptem as embalagens de seus produtos. As empresas podem recorrer.

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