Mau tempo provoca 23% de atrasos nos aeroportos do País

Situação é pior no Rio, com cerca de 29% dos vôos com atraso; Congonhas e Cumbica operam por instrumentos

ELVIS PEREIRA, Agencia Estado

21 de dezembro de 2007 | 07h56

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) registrou na manhã desta sexta-feira, 21, cerca de 23% dos vôos com atrasos, ou seja, dos 303 programados, 71 apresentaram problemas e 19 foram cancelados (6%). O Aeroporto Antonio Carlos Jobim, no Rio, apresentou a situação mais complicada, com 7 dos 24 vôos atrasados (29,2%) e 3 suspensos (12,5%).   No início da madrugada, os passageiros enfrentaram longas filas no Rio para o embarque no terminal e aconteceram tumultos nos balcões das companhias aéreas, segundo o telejornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atribuiu os problemas ao intenso movimento e mau tempo de quinta-feira.   O mau tempo também obrigou os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e de Congonhas, na zona sul da capital paulista, a funcionarem com o auxílio de instrumentos para pousos e decolagens na manhã desta sexta-feira. A medida não afetava as operações, no entanto, segundo a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).   Até às 7 horas desta sexta, em Cumbica, de 24 vôos, 3 atrasaram mais de uma hora, 12,5% do total, e 2 foram cancelados (8,3%). No terminal de Congonhas, houve apenas 1 atraso (3%) e 5 cancelamentos (15,2%) em 33 vôos.   Em Brasília, no Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, somente 2 dos 7 vôos programados decolaram no horário previsto, mas não ocorreram cancelamentos. No Aeroporto Santos Dumont, situado no Centro do Rio, somente 1 dos 6 vôos foi suspenso (16,7%) e nenhum atrasou.

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