'Ninguém cobra pedágio do eleitor', diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou uma cerimônia em comemoração aos 60 anos de uma refinaria da Petrobras para afirmar que o Brasil vive o mais longo período de democracia e que hoje o eleitor não sofre discriminação no momento do voto.

REUTERS

29 de setembro de 2010 | 14h55

"Hoje, felizmente, ninguém cobra pedágio ou explicação dos brasileiros e brasileiras na hora de votar", disse Lula na Bahia, durante a festa de 60 anos da refinaria Landulpho Alves.

"A história nos ensina que é assim, pensando com a própria cabeça, sem ceder a pressões de nenhuma espécie, que o brasileiro obtém as maiores conquistas de sua história", completou.

Lula afirmou ainda que os mesmos opositores da decisão do ex-presidente Getúlio Vargas de criar a Petrobras são os que criticam seu governo.

"Quando Getúlio pensou em criar a Petrobras ele foi muito criticado. Esses mesmos que hoje nos criticam, criticavam Getúlio dizendo que o Brasil não tinha que se meter a procurar petróleo", disse.

Lula afirmou também que se o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tivesse conhecimento dos índices de aprovação do governo, de 80 por cento, ele diria que o presidente brasileiro é "o cara do cara".

Em abril de 2009, durante reunião de líderes do G20, Obama afirmou que Lula "é o cara".

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