Organização enfrenta grave crise financeira

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que enfrenta sua pior crise financeira em décadas e apela aos países emergentes para que façam contribuições para tapar o rombo causado pela queda da contribuição de nações ricas. O Brasil quer aproveitar o momento para negociar que a organização tenha mais equilíbrio quando for tratar de temas de interesse dos emergentes, como, por exemplo, a propriedade intelectual de remédios.

Jamil Chade, O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2011 | 00h00

Atualmente, a entidade máxima de saúde no mundo acumula uma dívida de US$ 300 milhões e está sendo obrigada a demitir quase 15% de seus funcionários, ou seja, mais de 300 pessoas.

A diretora da OMS, Margaret Chan, apelou para que a entidade seja socorrida e prometeu reformas para garantir que os recursos serão melhor administrados. Para 2012-2013, o orçamento será de US$ 1 bilhão, valor considerado insuficiente. Hoje, o empresário Bill Gates deve anunciar uma doação. Há o temor, porém, de que essas doações acabem privatizando a OMS.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.