Polícia ambiental prende 2 por pesca predatória em MS

Policiais militares ambientais de Mato Grosso do Sul prenderam ontem dois pescadores que praticavam pesca predatória com a utilização de equipamentos proibidos como redes de pesca e tarrafas, no Rio Verde, no município de Três Lagoas. As prisões são resultado da Operação Padroeira do Brasil.

PRISCILA TRINDADE, Agência Estado

13 de outubro de 2011 | 18h42

Os pescadores estavam em um acampamento às margens do rio, onde os policiais encontraram uma rede de pesca, além de um revólver calibre 22 com seis munições. Os equipamentos e a arma foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia de Três Lagoas. Os pescadores responderão por crime ambiental, podendo cumprir pena de um a três anos de prisão. Cada um foi multado em R$ 800.

Em Bonito, um proprietário rural foi multado em R$ 5 mil por cortar dez árvores da espécie Bocaiuva, sem autorização ambiental, e incendiar cerca de 1,5 hectares da fazenda Santa Maria, localizada às margens da rodovia MS-382. Ele também responderá por crime ambiental e poderá pegar pena de seis meses a um ano de detenção. Em Bataguassu, a polícia apreendeu 2,4 metros de rede de pesca, durante patrulhamento no Lago da Usina Sérgio Motta, e nos rios Pardo e Anhanduí. Os proprietários do material não foram localizados.

Em São Paulo, a Polícia Militar Ambiental apreendeu 17 papagaios durante uma operação em Presidente Epitácio, na divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul. Também foram apreendidas quatro armas e munições, incluindo dois cartuchos de fuzil, de uso exclusivo das Forças Armadas. Quatro pessoas foram presas.

Os pássaros, que estavam em três locais diferentes, foram retirados ilegalmente da natureza para o comércio clandestino e estavam em péssimas condições de acomodação e alimentação, segundo a polícia.

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