Supermercados

Você vai ao supermercado de sempre e em vez pegar tomate convencional, pega o orgânico. É a compra que exige menos envolvimento com a cadeia do orgânico. O conforto tem preço: paga-se mais. "Nos supermercados, os orgânicos são em média 200% mais caros que os não orgânicos", diz Edimar Paulo Santos, que, na pesquisa de mestrado na Feagri-Unicamp, pesquisou a oferta de orgânicos em dez supermercados da região de Campinas, Jundiaí e Cabreúva. "Isso acaba fortalecendo a impressão de que custam absurdamente mais em qualquer lugar", diz. Santos acrescenta que, nos supermercados pesquisados, os orgânicos estão perto de queijos e vinhos caros.

O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2014 | 02h08

Na rede Pão de Açúcar, que tem seção de orgânicos em todas as lojas, o grupo projeta alta de 40% nas vendas desses produtos neste ano em comparação com o ano passado. A abertura de mercados especializados, como o SuperNatural, inaugurado no final de 2013 nos Jardins, reforça a tendência. "Na Alemanha o consumo de orgânicos é de 20% do varejo, aqui no Brasil é 0,1%. É uma realidade nova e um terreno fértil", diz Ana Barini, uma das sócias da loja e do Apanã, em Perdizes.

Vantagem: comodidade. Desvantagens: preço. Eles podem ser 600% mais altos que os dos equivalente convencionais (o tomate, por exemplo).

Onde: SuperNatural,

Rua Augusta, n° 2.992 - Jardins Tel: 3181-7808

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