Vendas da Ikea avançam com demanda chinesa por móveis pré-montados

Neste ano, a companhia sueca abriu lojas na China para aproveitar o poder aquisitivo da classe média do país

REUTERS

09 Setembro 2014 | 10h37

As vendas anuais do Ikea Group, maior varejista de móveis do mundo, aceleraram conforme os gastos de consumidores e a demanda global por seus produtos de design moderno e móveis pré-montados continuaram a avançar, notavelmente na China.

A companhia sueca, vista como um indicador confiável dos gastos de consumidores por possuir mais de 300 lojas em 26 países, disse nesta terça-feira que parte do crescimento mais forte veio da China, onde abriu três novas lojas neste ano para tirar proveito do poder aquisitivo da crescente classe média do país.

Os clientes da Ikea podem permanecer em sofás e camas por horas e testar de forma plena seus produtos, diferente do que acontece na maioria das outras lojas de móveis chinesas.

A Europa, que responde por quase 70 por cento das vendas da companhia de capital fechado, ainda está sob o fardo de uma situação econômica desafiadora e pressões desinflacionárias, mas o presidente-executivo da Ikea, Peter Agnefjall, disse que a melhora no emprego aumentará os gastos do consumidor.

As vendas da Ikea avançaram 5,9 por cento, para 28,7 bilhões de euros (37 bilhões de dólares) no período de 12 meses encerrado em 31 de agosto e ajustadas para o impacto cambial, acelerando ante o crescimento de 3,6 por cento divulgado no ano anterior.

As vendas nas lojas comparáveis durante o ano subiram 3,6 por cento.

(Por Mia Shanley)

Mais conteúdo sobre:
CONSUMOIKEAVENDAS*

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.