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Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia, com Eduardo Gayer e Augusto Tenório

Presidente do MDB celebra alta de Ricardo Nunes em pesquisa eleitoral em São Paulo

Prefeito aparece em empate técnico com o deputado Guilherme Boulos, pré-candidato pelo PSOL

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Por Augusto Tenório
Atualização:

O presidente do MDB, deputado Baleia Rossi, celebrou a alta apresentada pelo prefeito Ricardo Nunes, seu correligionário, na pesquisa Datafolha desta segunda-feira, 11, que mediu a intenção de voto para a eleição municipal de São Paulo. O emedebista apareceu com 29%, em empate técnico com o deputado Guilherme Boulos (PSOL), que apresentou 30%.

“O paulistano está entendendo o grande trabalho do Ricardo Nunes. Ele sempre procurou ser reconhecido pelo trabalho e não por palavras. Ricardo cuidou das pessoas na pandemia, segurou o crescimento da cidade na crise e, agora, está focando na melhoria da qualidade de vida do paulistano. É um excelente prefeito, um administrador do tamanho de São Paulo, e as pesquisas começam a mostrar isso”, afirmou Baleia Rossi, que coordena a pré-campanha de Nunes.

O presidente Nacional do MDB, Baleia Rossi.  Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

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Nos bastidores do MDB, o temor era que o desconhecimento do eleitor sobre Ricardo Nunes atrapalhasse a campanha. O emedebista foi vice de Bruno Covas e assumiu o cargo em 2021, após a morte do então prefeito. Ou seja: ele nunca foi cabeça de chapa e, consequentemente, não foi testado pelo eleitor. O pessolista, por sua vez, disputou a última eleição municipal e chegou ao segundo turno.

Em nota, Baleia Rossi também destacou ações criadas por Nunes, como o Domingão Tarifa Zero e o Armazém Solidário, mas também trata de alfinetar Boulos: “Neste caso, é importante observar que o adversário que empata com o prefeito é o mais rejeitado pela população de São Paulo. Por isso, do nosso ponto de vista, temos indiscutível vantagem”, disse.

A campanha de Boulos, como mostrou a Coluna do Estadão, também tem sua interpretação sobre a pesquisa. Os pessolistas creditam a alta de Nunes à máquina pública e à propaganda institucional e lembra que o deputado tem vantagem na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são mostrados aos entrevistados. Nesse recorte, ele vence o emedebista por 14% a 8%.

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A pesquisa Datafolha ouviu 1.090 eleitores de São Paulo entre a última quinta-feira, 7, e sexta-feira, 8. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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