
Foi-se o tempo em que Brasil de Lula e Dilma se alinhava com Argentina de Nestor e Cristina Kirchener em prol de Hugo Chávez, ditador da Venezuela tratado pelos parceiros do Cone Sul como se fosse estadista. A visita de Maurício Macri, presidente da Argentina, a Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, deixou claro que o tom da conversa mudou de mel para fel. O argentino disse que não aceita o escárnio praticado com a democracia na Venezuela, que graças aos velhos compadres, agora fora do poder, chegou até a ultrapassar a cláusula democrática para ter acesso ao Mercosul e ainda afastar do acordo o Paraguai. E o brasileiro falou em cooperação na defesa da liberdade aqui na América do Sul. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar desde 6 horas da quarta-feira 16 de janeiro de 2019.
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