Meta anuncia nova geração de chips de IA em corrida pelo domínio da tecnologia


Empresa investe em componentes proprietários para evitar dependência de tecnologia da gigante Nvidia

Por Henrique Sampaio

A Meta apresentou nesta quarta, 10, sua nova geração de chips otimizados para processamento de inteligência artificial (IA). Esses componentes são projetados para impulsionar modelos de classificação e recomendação de anúncios nas plataformas Facebook e Instagram, prometendo um desempenho superior em comparação com a geração anterior.

No ano passado, a companhia já havia lançado a primeira versão do Meta Training and Inference Accelerator (MTIA), o primeiro acelerador de inferência de IA da Meta, otimizado para modelos de recomendação de aprendizagem profunda. Inferência é o processo que ocorre após o treinamento, quando um modelo de IA aplica seu conhecimento prévio para tirar conclusões a partir de novos dados.

FILE PHOTO: Meta's CEO Mark Zuckerberg testifies during the Senate Judiciary Committee hearing on online child sexual exploitation at the U.S. Capitol, in Washington, U.S., January 31, 2024. REUTERS/Nathan Howard/File Photo Foto: Nathan Howard/Reuters
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A nova versão do MTIA duplica a largura de banda de computação e memória. A arquitetura do chip é focada em equilibrar computação, largura de banda e capacidade de memória para servir modelos de classificação e recomendação de forma mais eficiente.

O chip MTIA já está em uso nos data centers da Meta, atendendo modelos em produção. Os resultados iniciais indicam que o MTIA pode lidar com modelos de classificação e recomendação de complexidade variada, proporcionando maior eficiência em comparação às unidades de processamento gráfico (GPUs) comerciais.

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O investimento em chips personalizados proprietários mostra que a companhia está buscando autossuficiência em uma indústria dependente de empresas terceiras, como a Nvidia, que despontou como a principal fornecedora de hardware para IA, apresentando um crescimento meteórico de suas ações e se tornando a 3ª empresa mais valiosa dos EUA.

Apesar dos investimentos em tecnologia própria, Mark Zuckerberg afirmou neste ano planos para comprar 350 mil chips H100 da Nvidia, uma GPU otimizada para o processamento de IA.

A Meta apresentou nesta quarta, 10, sua nova geração de chips otimizados para processamento de inteligência artificial (IA). Esses componentes são projetados para impulsionar modelos de classificação e recomendação de anúncios nas plataformas Facebook e Instagram, prometendo um desempenho superior em comparação com a geração anterior.

No ano passado, a companhia já havia lançado a primeira versão do Meta Training and Inference Accelerator (MTIA), o primeiro acelerador de inferência de IA da Meta, otimizado para modelos de recomendação de aprendizagem profunda. Inferência é o processo que ocorre após o treinamento, quando um modelo de IA aplica seu conhecimento prévio para tirar conclusões a partir de novos dados.

FILE PHOTO: Meta's CEO Mark Zuckerberg testifies during the Senate Judiciary Committee hearing on online child sexual exploitation at the U.S. Capitol, in Washington, U.S., January 31, 2024. REUTERS/Nathan Howard/File Photo Foto: Nathan Howard/Reuters

A nova versão do MTIA duplica a largura de banda de computação e memória. A arquitetura do chip é focada em equilibrar computação, largura de banda e capacidade de memória para servir modelos de classificação e recomendação de forma mais eficiente.

O chip MTIA já está em uso nos data centers da Meta, atendendo modelos em produção. Os resultados iniciais indicam que o MTIA pode lidar com modelos de classificação e recomendação de complexidade variada, proporcionando maior eficiência em comparação às unidades de processamento gráfico (GPUs) comerciais.

O investimento em chips personalizados proprietários mostra que a companhia está buscando autossuficiência em uma indústria dependente de empresas terceiras, como a Nvidia, que despontou como a principal fornecedora de hardware para IA, apresentando um crescimento meteórico de suas ações e se tornando a 3ª empresa mais valiosa dos EUA.

Apesar dos investimentos em tecnologia própria, Mark Zuckerberg afirmou neste ano planos para comprar 350 mil chips H100 da Nvidia, uma GPU otimizada para o processamento de IA.

A Meta apresentou nesta quarta, 10, sua nova geração de chips otimizados para processamento de inteligência artificial (IA). Esses componentes são projetados para impulsionar modelos de classificação e recomendação de anúncios nas plataformas Facebook e Instagram, prometendo um desempenho superior em comparação com a geração anterior.

No ano passado, a companhia já havia lançado a primeira versão do Meta Training and Inference Accelerator (MTIA), o primeiro acelerador de inferência de IA da Meta, otimizado para modelos de recomendação de aprendizagem profunda. Inferência é o processo que ocorre após o treinamento, quando um modelo de IA aplica seu conhecimento prévio para tirar conclusões a partir de novos dados.

FILE PHOTO: Meta's CEO Mark Zuckerberg testifies during the Senate Judiciary Committee hearing on online child sexual exploitation at the U.S. Capitol, in Washington, U.S., January 31, 2024. REUTERS/Nathan Howard/File Photo Foto: Nathan Howard/Reuters

A nova versão do MTIA duplica a largura de banda de computação e memória. A arquitetura do chip é focada em equilibrar computação, largura de banda e capacidade de memória para servir modelos de classificação e recomendação de forma mais eficiente.

O chip MTIA já está em uso nos data centers da Meta, atendendo modelos em produção. Os resultados iniciais indicam que o MTIA pode lidar com modelos de classificação e recomendação de complexidade variada, proporcionando maior eficiência em comparação às unidades de processamento gráfico (GPUs) comerciais.

O investimento em chips personalizados proprietários mostra que a companhia está buscando autossuficiência em uma indústria dependente de empresas terceiras, como a Nvidia, que despontou como a principal fornecedora de hardware para IA, apresentando um crescimento meteórico de suas ações e se tornando a 3ª empresa mais valiosa dos EUA.

Apesar dos investimentos em tecnologia própria, Mark Zuckerberg afirmou neste ano planos para comprar 350 mil chips H100 da Nvidia, uma GPU otimizada para o processamento de IA.

A Meta apresentou nesta quarta, 10, sua nova geração de chips otimizados para processamento de inteligência artificial (IA). Esses componentes são projetados para impulsionar modelos de classificação e recomendação de anúncios nas plataformas Facebook e Instagram, prometendo um desempenho superior em comparação com a geração anterior.

No ano passado, a companhia já havia lançado a primeira versão do Meta Training and Inference Accelerator (MTIA), o primeiro acelerador de inferência de IA da Meta, otimizado para modelos de recomendação de aprendizagem profunda. Inferência é o processo que ocorre após o treinamento, quando um modelo de IA aplica seu conhecimento prévio para tirar conclusões a partir de novos dados.

FILE PHOTO: Meta's CEO Mark Zuckerberg testifies during the Senate Judiciary Committee hearing on online child sexual exploitation at the U.S. Capitol, in Washington, U.S., January 31, 2024. REUTERS/Nathan Howard/File Photo Foto: Nathan Howard/Reuters

A nova versão do MTIA duplica a largura de banda de computação e memória. A arquitetura do chip é focada em equilibrar computação, largura de banda e capacidade de memória para servir modelos de classificação e recomendação de forma mais eficiente.

O chip MTIA já está em uso nos data centers da Meta, atendendo modelos em produção. Os resultados iniciais indicam que o MTIA pode lidar com modelos de classificação e recomendação de complexidade variada, proporcionando maior eficiência em comparação às unidades de processamento gráfico (GPUs) comerciais.

O investimento em chips personalizados proprietários mostra que a companhia está buscando autossuficiência em uma indústria dependente de empresas terceiras, como a Nvidia, que despontou como a principal fornecedora de hardware para IA, apresentando um crescimento meteórico de suas ações e se tornando a 3ª empresa mais valiosa dos EUA.

Apesar dos investimentos em tecnologia própria, Mark Zuckerberg afirmou neste ano planos para comprar 350 mil chips H100 da Nvidia, uma GPU otimizada para o processamento de IA.

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