Francês se diz "embaraçado" com o Prêmio Nobel

"Estocolmo me ligou há uma hora. Disseram-me, ´boa sorte com a imprensa´, e começo a entender o porquê", disse

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Por Agencia Estado
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O químico aposentado Yves Chauvin expressou "embaraço, não alegria" e queixou-se de que sua vida pacata poderá acabar agora que foi agraciado com uma parcela do Prêmio Nobel de Química deste ano. Colegas descreveram Chauvin como um pesquisador modesto e dedicado, que devora periódicos científicos, é generoso com os colegas e cujo escritório costumava estar atulhado de papéis. "É uma reação de embaraço, não de alegria", disse o químico a jornalistas, que praticamente invadiram seu apartamento de luxo em Tours. "Eu tinha uma vida pacata, agora vejo que não é mais o caso". "Estocolmo me ligou há uma hora. Disseram-me, ´boa sorte com a imprensa´, e começo a entender o porquê", acrescentou. Chauvin, de 74 anos, disse que a pesquisa premiada ocorreu 35 anos atrás. Ele elogiou os co-vencedores, Robert H. Grubbs and Richard R. Schrock.

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