Ano de COP 30 e a Amazônia no centro das atenções globais. É nesse cenário que a produtora Estúdio Escarlate lança a plataforma “Chico Vive”, projeto que pretende preservar, atualizar e dar nova linguagem ao legado de Chico Mendes — seringueiro e ativista reconhecido internacionalmente. A iniciativa inclui a produção de um longa-metragem, um documentário e a criação de um prêmio que vai reconhecer seis jovens lideranças engajadas em soluções para o meio ambiente.

Em primeira mão à Coluna, a CEO do Estúdio Escarlate, Joana Henning, contou que conseguiu acesso exclusivo ao acervo do cineasta britânico Adrian Cowell — um verdadeiro tesouro de 50 anos de filmagens da Amazônia. Entre as raridades, registros inéditos de Chico Mendes e da ministra Marina Silva. Todo o material, preservado na PUC-GO, já mostrava queimadas e desmatamento nos anos 70 e 80. “É uma preciosidade. Com esse acervo, conseguimos trabalhar com um arquivo de época e, ao mesmo tempo, contextualizá-lo para hoje”, afirma Joana.
O documentário ainda não tem data de estreia. Já o prêmio “Chico Vive” está marcado para 23 de outubro, no Teatro Cultura Artística, e promete reunir nomes de peso do meio ambiental e cultural.






