Nas últimas oito edições de Libertadores, o Palmeiras fez a melhor campanha da fase de grupos em seis. Com uma rodada de antecedência, depois do 2 a 0 no Bolívar, a equipa de Abel se manteve 100% e repetiu a façanha da melhor campanha inicial.
O Palmeiras passa a ser o time brasileiro que mais oitavas de final disputou, que mais vezes chegou ao mata-mata de modo consecutivo, e se mantém como a melhor equipe visitante da história da Libertadores, desde 1960. E, no Allianz Parque, como um mandante que não tem sido tão eficiente em 2025, o Palmeiras não precisou nem de 12 minutos para vencer o Bolívar.

E, se preciso fosse, teria feito mais. Já estava sem Estêvão, Paulinho e o capitão Gustavo Gómez. Não fizeram falta, até porque é o elenco mais qualificado do Palmeiras da era Abel, manteve o pique e as alternativas táticas. Vai perder Estêvão, mas até lá o Palmeiras continua sem ser derrotado na Libertadores, segue 100% na competição, é líder do Brasileirão e mantém a toada do time destes anos históricos.
Quando joga bem, vence. Quando não joga bem, não perde.
Contra o frágil Bolívar, ainda mais em São Paulo, nem precisou brilhar, além dos minutos iniciais. Mas, se preciso fosse marcar dois ou mais gols, provável que o Palmeiras fizesse. Por essa impressionante capacidade de o time se reinventar, pelo nível de investimento feito pela direção e pelo patamar de exigência de Abel.
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Já no Uruguai, pela Copa Sul-Americana, o time reserva corintiano fez o dever fora de casa ao vencer o fraquíssimo Racing uruguaio por 1 a 0, gol de Mateus Bidu em jogada de Carrillo que entrou no segundo tempo, com Yuri Alberto e Coronado para qualificar o Corinthians que vinha se arrastando. Foi um jogo moroso de troca de passes, muito devagar contra o 5-4-1 fechadinho da equipe do Uruguai.

Corinthians ainda depende dele para se classificar. Mas, para tanto, precisa vencer o Huracán, fora de casa, para tentar na Sul-Americana o que ainda não conseguiu nos torneios continentais em 2025.
Dorival Júnior fez bem ao mandar uma equipe alternativa para o Uruguai. O adversário é muito fraco, mas o desempenho corintiano está tão distante da história como as últimas administrações do clube.






