O árbitro paulista Matheus Candançan viu falta de Kannemann no gol que Aravena marcou para o Grêmio, aos 44 do segundo tempo de mais um jogo sofrido e sofrível contra o bravo CSA, que justamente vencera na ida por 3 a 2.
O VAR chamou o árbitro, entendendo ter havido um erro “claro e óbvio” - como quase tudo que o Grêmio tem feito em 2025. Mas o árbitro teimou no erro - como o time tricolor nos últimos anos. E as recentes e sofridas classificações nos pênaltis não se repetiram. A única coisa igual foi mais um apito inimigo do Grêmio. E um Grêmio inimigo do gremista.

O CSA passou. Com méritos. O Grêmio ficou. Com imensos deméritos de time, elenco, comissão técnica, diretoria.
Nem o público tem ido a pé. A passeio. De raiva. De compaixão.
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Não foi falta de Kannemann. Mas tem tanta coisa faltando, ausente, se eximindo, se ausentando, tantos exaustos e exasperados, tanta falta de Grêmio e gremistas e esgrimistas e mosqueteiros gremiando e gramando por dias e jogos melhores que não sei por onde começar.
E temo onde vai terminar.






