Campos do Jordão faz manifestação

A sessão ordinária da Câmara de Campos do Jordão, a 173 quilômetros de São Paulo, marcada para ás 19 horas desta segunda-feira, teve um atraso de 15 minutos para ser iniciada. O motivo foi a manifestação de cerca de duas mil pessoas, segundo os organizadores, que teve início por volta das 17h30, no portal turístico da cidade e terminou no plenário do Legislativo local, onde cerca de 200 pessoas foram recebidas pelo presidente da Casa, Felipe Cintra e pelos demais vereadores.

JOÃO CARLOS DE FARIA, ESPECIAL PARA A AE, Agência Estado

24 de junho de 2013 | 20h53

"Recebemos um documento com várias reivindicações e vamos discuti-los com os organizadores do movimento", disse Cintra. Entre as reivindicações constantes na pauta entregue aos vereadores estão a criação de um Pronto Atendimento e a reabertura da Santa Casa local, cursos de qualificação profissional e de qualificação para os funcionários públicos, transparência nas contas e nos atos da administração municipal, redução da tarifa de ônibus de R$ 2,85 para R$ 2,50 e tarifa zero para o trenzinho urbano, que atravessa a cidade.

"Vamos desdobrar esta pauta e também vamos ao Judiciário e ao Executivo levar nossas reivindicações", disse a estudante de administração Graziele Aparecida de Lima, 24 anos, uma das coordenadoras do movimento. Segundo ela a manifestação foi pacífica. O presidente da Câmara confirmou a informação, mas um dos manifestantes, não identificado, teria atirado uma pedra em direção à mesa diretora da Câmara, no momento em que os vereadores conversavam com o grupo, mas ninguém ficou ferido. "Permanecemos com a Casa aberta, mesmo sabendo que a manifestação se dirigiria para cá", afirmou Cintra. Outras repartições públicas, bancos e parte do comércio da cidade fecharam as portas mais cedo.

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