Caso Isabella: legista do caso PC Farias estuda laudos

Ele já está de posse dos laudos sobre a morte da menina, mas não quis revelar de quem partiu o convite

RICARDO RODRIGUES, Agência Estado

19 de maio de 2008 | 10h14

O médico legista alagoano e vereador por Maceió, George Sanguinetti (PTB), confirmou nesta segunda-feira, 19, que recebeu convite para atuar no caso Isabella Nardoni, morta após cair do 6º andar do prédio onde o pai, Alexandre Nardoni, mora com a mulher, Anna Carolina Jatobá, no dia 29 de março, em São Paulo. "Recebi esse convite para fazer o mesmo trabalho que fiz no caso do assassinato de Paulo César Farias e sua namorada Suzana Marcolino. Estou estudando todos os laudos e só amanhã me pronunciarei se vou ou não aceitar o caso Isabella", afirmou. Sanguinetti disse que já está de posse dos laudos sobre a morte da menina, mas não quis revelar de quem partiu o convite para atuar no caso Isabella. Tudo indica que o convite tenha partido de familiares do pai de Isabella, Alexandre Nardoni, acusado da morte da filha junto com a madrasta Anna Carolina. O casal está preso. O legista alagoano ficou conhecido nacionalmente quando atuou no caso da morte do empresário Paulo César Farias, encontrado morto ao lado da namorada, Suzana Marcolino, no dia 23 de junho de 1996, na praia de Guaxuma, Litoral Norte de Maceió. Na época, Sanguinetti se opôs ao laudo do legista paulista Badan Palhares, que defendia a tese de crime passional: homicídio seguido de suicídio. Para Sanguinetti, PC e a namorada foram vítimas de duplo homicídio.

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