Genética para criação 'a pasto'

O Projeto Frango Feliz, da Esalq-USP, desenvolve materiais genéticos adaptados para criações semi-intensivas

Fernanda Yoneya, O Estado de S.Paulo

04 de fevereiro de 2009 | 02h58

O Projeto Frango Feliz, da Esalq-USP, desenvolve materiais genéticos adaptados para criações semi-intensivas, já que o frango utilizado em criações industriais foi sendo selecionado para o sistema confinado, diz o professor Antonio Augusto Coelho.  Veja também:Avicultura:País debate bem-estar no aviárioMudança no setor de ovos será maiorCriação alternativa também segue normas "A ave criada no modelo industrial tem voracidade para comer ração 24 horas por dia; não tem mais interesse em andar, ciscar e procurar comida. Ao longo dos anos, ela foi perdendo essas características naturais." A ideia do projeto é, portanto, recuperar características que foram sendo relegadas a segundo plano na avicultura industrial. Desde 1997, o projeto já desenvolveu seis linhagens para a criação semi-intensiva e, agora, está desenvolvendo um híbrido de galinha doméstica com galinha d?angola. "Já disponibilizamos até 7 mil pintinhos por ano, para pequenos produtores."

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