O CRI-CRÍTICO Diário mal-humorado

Ele não gosta de nada, mas vai ao cinema assim mesmo cri.critico@grupoestado.com.br

O Estado de S.Paulo

11 de janeiro de 2013 | 02h11

Vamos começar as visitas em 2013 com um olhar mais construtivo. Em vez de falar apenas sobre o que está errado nas salas, tentarei apontar o que poderiam fazer para melhorá-las. Logo de cara, fui a um dos meus cinemas favoritos em São Paulo: o CineSesc. Minha primeira sugestão é que multipliquem o conceito, espalhando outros iguais pela cidade. Toda unidade do Sesc deveria ter o seu (moro ao lado de uma e iria adorar). Eu sei... Se já é difícil manter um, imagine vários - ainda mais com programação alternativa. De qualquer forma, apesar de gostar do esquema sala única, como os antigos cinemas de rua, às vezes, prefiro que as salas, ainda que únicas, tenham vários filmes em cartaz. Ficaria uma tarde inteirinha lá, vendo um atrás do outro. Quando ocupado com mostras ou festivais, o Cinesesc funciona assim e ferve. Mas a dinâmica do lugar esfria com uma única atração. Como no domingo. Só havia uma opção - o coreano HaHaHa, que começaria dali a mais de uma hora. Comi as tradicionais broinhas e conversei com os amigos que apareceram enquanto esperava. Se passassem outro filme em seguida, eu ficaria por lá.

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