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PM retira da mata corpos de helicóptero que havia desaparecido em SP

Eles serão encaminhados ao Instituto Médico Legal de São José dos Campos; devido à persistência do mau tempo, o deslocamento será terrestre

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Por Redação

Os corpos das quatro vítimas de queda de um helicóptero que havia desaparecido em São Paulo foram retirados da aeronave neste sábado, 13, pela Polícia Militar. Eles haviam sido encontrados em um local de mata fechada em Paraibuna, na sexta, 12, mas o mau tempo dificultou o trabalho dos agentes.

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Segundo a PM, agora, os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de São José dos Campos, no interior paulista. Devido à persistência do mau tempo, o deslocamento será terrestre.

Após 12 dias de buscas, o helicóptero que desapareceu com quatro pessoas no dia 31, véspera de Réveillon, foi localizado na manhã da sexta. A aeronave de modelo Robinson R44 foi encontrada pelo Águia 24 em uma área de mata na região em Paraibuna.

Os corpos das vítimas estavam nos arredores da aeronave, que se destroçou com a queda, segundo a PM. Entre os passageiros da aeronave estavam Luciana Rodzewics, de 46 anos, e sua filha, Letícia Rodzewics Sakumoto, de 20 anos. Além delas, estavam no helicóptero o piloto (identificado como Cassiano Teodoro) e um amigo da família (Rafael Torres).

Mãe e filha estão entre as vítimas que morreram após queda de helicóptero. Aeronave foi localizada após 12 dias de buscas  Foto: Silvia Santos/Acervo Pessoal

O helicóptero foi localizado às 9h15. Segundo as autoridades, as buscas contaram com auxílio da Polícia Civil, que delimitou cinco quadrantes-alvo com base em informações de inteligência. Para isso, a polícia contou inclusive com informações da geolocalização dos celulares das vítimas. Essa mudança de estratégia, com maior delimitação, permitiu focar melhor as buscas em algumas áreas de mata, ainda segundo a Polícia Militar.

Ao todo, foram 68 horas de voo por parte da PM e outras 62 pela Polícia CIvil na tentativa de achar o helicóptero. No caso da Força Aérea Brasileira (FAB), que mobilizou a aeronave SC-10 Amazonas, foram mais de 135 horas no ar.

A hipótese principal é de que a aeronave estava tentando regressar para São Paulo quando a queda ocorreu. Mas os motivos do acidente ainda serão averiguados.

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