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Bastidores do mundo dos negócios

Número de fusões e aquisições deve ser recorde em 2020

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Por Fernanda Guimarães e Circe Bonatelli (Broadcast)
Atualização:
Rede móvel da Oi foi vendida por  R$ 16,5 bilhões  Foto: Paulo Vitor/Estadão

As transações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) devem registrar um patamar recorde em 2020. O número de operações de janeiro a novembro somou 909, segundo relatório da consultoria PwC. Com os negócios anunciados em dezembro, o patamar deve superar o último recorde de 912 operações no ano, registrado em 2019. O setor de tecnologia da informação (TI) responde por quase 40% do volume neste ano, com 349 operações. A grande transação foi a aquisição da Linx pela empresa de meios de pagamento Stone, um negócio de R$ 6,8 bilhões.

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Setores. Na sequência estão operações em serviços auxiliares e de saúde. No período consolidado de 2020, as transações envolvendo investidores nacionais corresponderam a 76% das aquisições e compras minoritárias, uma máxima histórica para o período. Privatizações e concessões representaram 20 transações no período acumulado de 2020, 50% menor se comparado com o mesmo período de 2019.

Timing. Capitalizados, os investidores financeiros e os fundos de private equity estavam presentes em 260 transações de janeiro a novembro, aumento de 29% na relação anual.

Arremate. A operadora de telecomunicações Oi foi uma das principais responsáveis por movimentar o mercado com o seu "saldão" de data centers (R$ 325 milhões), torres (R$ 1,1 bilhão) e redes móveis (R$ 16,5 bilhões) - este último ativo arrematado pelo consórcio das rivais Vivo, Claro e TIM.

Contato: coluna.broadcast@estadao.com

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