O Ministério do Planejamento e Orçamento anunciou a renovação da subvenção de R$ 2,12 por litro do diesel por um mês, com impacto fiscal coberto por receitas extraordinárias do petróleo. A medida, que custará cerca de R$ 10,5 bilhões mensais, foi ampliada após o primeiro turno das eleições presidenciais, onde Flávio Bolsonaro liderou sobre Lula, reeleito em 25 de outubro. O governo também zerou a tributação federal sobre a gasolina, utilizando recursos extras da alta do petróleo para financiamento.
BRASÍLIA - O Ministério do Planejamento e Orçamento anunciou nesta terça-feira, 27, que o governo irá renovar a subvenção de R$ 2,12 por litro do diesel por um mês.
De acordo com a pasta, o impacto fiscal continuará sendo coberto pelas receitas extraordinárias com a exploração de petróleo. A estimativa da equipe econômica é de que a medida custe cerca de R$ 10,5 bilhões a cada mês.

No início do mês, logo após o primeiro turno das eleições presidenciais, que terminou com o candidato Flávio Bolsonaro à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo anunciou que iria ampliar a subvenção ao diesel e ao etanol, além de desonerar o etanol hidratado. Lula foi reeleito neste domingo, 25.
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Na ocasião do anúncio, o governo também zerou a tributação federal cobrada sobre a gasolina. O valor da desoneração foi de R$ 0,89 por litro, relativo à cobrança atual de PIS/Cofins e Cide. O impacto passaria de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,7 bilhões por mês.
As medidas utilizaram recursos extras do governo federal obtidos com a alta nos preços do petróleo, para seu financiamento, segundo o governo.



