Publicidade

'Tenho de saber um pouco de tudo', diz gestor de fazendas

PUBLICIDADE

Foto do author Redação
Por Redação
Atualização:

Formado há cinco anos como engenheiro agrônomo na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq), Olinto Arruda Júnior decidiu focar sua atuação dentro das porteiras. Ele atua como gestor das propriedades rurais de sua família, nas regiões de Itu, Bauru e Avaré, onde há criação de porcos, gado de corte e produção de café. "Tenho de saber um pouco de tudo. É como gerir uma empresa. Além de cuidar de processos de aquisição de insumos, contratação de consultorias e especialistas nas áreas onde existem necessidades, também tenho de cuidar de fluxo de caixa, relação com o banco para obtenção de crédito, entre outros assuntos." Ele compara a atuação do engenheiro agrônomo como administrador à atuação de um engenheiro civil que vai presidir uma construtora. "Teoricamente poderia ser um administrador a desempenhar esse papel. Porém, o conhecimento aprofundado sobre a área de atuação é uma vantagem." Prestes a concluir o mestrado em engenharia de produção, Arruda diz que pretende cursar MBA. /L.C.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.