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Fluminense confia no apoio de 70 mil torcedores para avançar

Tricolor carioca precisa vencer o São Paulo por dois gols de diferença para se classificar na Libertadores

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É o jogo mais importante da história do clube, do atual elenco e da comissão técnica. O Fluminense definiu assim o duelo desta quarta-feira, às 21h50, contra o São Paulo, no Maracanã, pelas quartas-de-final da Libertadores. Como perdeu no Morumbi por 1 a 0, a equipe carioca precisa vencer por dois gols de diferença para eliminar o rival e seguir na luta pelo título inédito.   Veja também:  Muricy Ramalho esconde escalação e esquema do São Paulo   "É um encontro de gigantes. No Maracanã, a história será diferente", provocou o técnico Renato Gaúcho, convicto de que o Fluminense tem totais condições de reverter a vantagem do São Paulo depois da derrota no Morumbi.   A torcida do Fluminense também abraçou a causa e prometeu fazer muito barulho nesta quarta-feira no Maracanã, que estará lotado - mais de 70 mil ingressos foram vendidos antecipadamente (a carga total é de 78 mil entradas). Mais de 50 mil apitos serão distribuídos aos torcedores, a fim de que o estádio seja transformado num verdadeiro caldeirão.   Para a festa ser completa, a ordem no Fluminense é anular o atacante Adriano, o grande destaque da primeira partida entre os dois clubes, na semana passada. Afinal, ele fez o gol da vitória são-paulina e ainda deu uma canseira na zaga adversária.   O zagueiro Thiago Silva assistiu àquele jogo pela televisão, pois estava machucado, e sofreu bastante. "Quando ele (Adriano) pegava na bola, eu gritava no sofá para marcá-lo. Minha esposa até saiu do meu lado", contou o jogador do Fluminense, recuperado do estiramento na coxa esquerda, que o tirou dos gramados por 20 dias.   Como está recuperado, Thiago Silva deve voltar ao time titular nesta quarta-feira, apesar de Renato Gaúcho ainda não ter confirmado a escalação. "O Adriano é complicado de marcar, temos visto vídeos dele e do São Paulo de forma geral. Mas é o jogo da nossa história. O grupo pode ficar marcado por esse título", afirmou o zagueiro.   Além da desvantagem no duelo, o Fluminense ainda precisa superar um jejum que já dura 40 anos, período que não vence o São Paulo por dois ou mais gols de diferença no Maracanã. A última vez foi em 1968, quando o time carioca fez 5 a 2, pela antiga Taça de Prata.   "Tabu é feito para ser quebrado", afirmou Renato Gaúcho, que não definiu se vai escalar o atacante Dodô como titular. O jogador só voltou nesta terça-feira da Suíça, para onde viajou no fim de semana a fim de se defender da acusação de doping (por uso da substância femproporex) na Corte Arbitral do Esporte (CAS). Ele pode ser condenado a até dois anos longe dos gramados - o resultado do julgamento só será divulgado em 20 dias.   ALERTA A diretoria do Fluminense informou nesta terça-feira que existem cerca de cinco mil entradas falsas nas mãos dos cambistas e pediu que os torcedores só comprem ingressos para o jogo desta quarta nas bilheterias do Maracanã.

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