Israelenses prestam suas últimas homenagens a Ariel Sharon

O corpo do ex-primeiro-ministro de Israel Ariel Sharon ficou exposto do lado de fora do parlamento em Jerusalém, onde milhares de israelenses esperavam para se despedir do guerreiro - estadista independente que reformulou o Oriente Médio.

JEFFREY HELLER, Reuters

12 de janeiro de 2014 | 10h34

Sharon morreu aos 85 anos, no sábado, depois de passar oito anos em coma, devido a um acidente vascular cerebral, quando estava no auge do seu poder político. Ele será sepultado na segunda-feira, com um funeral militar, em sua fazenda no sul de Israel.

Sharon foi um dos melhores estrategistas militares de Israel e uma das figuras políticas mais poderosas do país, liderando invasões militares, a construção de assentamentos judaicos em terras que os Palestinos querem para formar um país e tomando a chocante decisão da retirada de um desses territórios, a Faixa de Gaza.

O corpo de Sharon ficará exposto durante várias horas no domingo, e haverá uma cerimônia fúnebre no parlamento na segunda-feira de manhã, antecedendo o funeral à tarde em Sycamore Farm. Os principais generais israelenses carregarão o caixão.

Entre os dignitários estrangeiros que deverão estarão presentes à cerimônia, estão o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, o mediador da paz entre israelenses e palestinos e ex-primeiro- ministro britânico, Tony Blair, o ministro das relações exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, e representantes da Rússia, Canadá, Espanha e República Tcheca.

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