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Agentes vasculham endereços de bolsonaristas por ataque à PF e fogo em carros no DF

Segunda fase da Operação Nero cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Rondônia, São Paulo e no Distrito Federal para investigar violências e depredações de grupo na noite de 12 de dezembro de 2022, após a prisão do indígena José Acácio Serere Xavante

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Por Pepita Ortega
Atualização:
Bolsonaristas tentaram invadir prédio da PF em Brasília Foto: Wilton Júnior/Estadão Foto: Wilton Júnior/Estadão

A Polícia Federal abriu na manhã desta quinta, 29, a segunda fase da Operação Nero, que investiga a tentativa de invasão à sede da corporação em dezembro de 2022.

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Agentes vasculham quatro endereços em Rondônia, São Paulo e no Distrito Federal. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

A Operação Nero investiga supostos crimes de dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

As penas para tais crimes, somadas, podem chegar a 24 anos de prisão, segundo a PF.

O inquérito apura uma série de atos de vandalismo ocorridos em 12 de dezembro de 2022. Naquele dia, extremistas tentaram invadir a sede da Polícia Federal no DF diante da prisão do indígena bolsonarista José Acácio Serere Xavante.

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Além disso, radicais depredaram a 5.ª Delegacia de Polícia da capital federal e atearam fogo em carros e ônibus.

A primeira fase ostensiva da investigação foi deflagrada ainda em dezembro de 2022, com a prisão de quatro investigados e o cumprimento de mandados de busca e apreensão em 21 endereços de Rondônia, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

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