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Carta pela democracia sofreu mais de 2.400 ataques de hackers desde que foi ao ar

Manifesto organizado pela Faculdade de Direito da USP já superou 300 mil assinaturas checadas

Atualização:

Desde que foi divulgado oficialmente, na terça-feira, 26, às 17h, o site ‘estado de direito sempre’, que permite adesões à Carta em Defesa da Democracia, já sofreu mais de 2.400 de ataques de hackers. Segundo um organizador das coletas de assinaturas, a todo tempo há tentativas de invasão no site ou assinaturas falsas, mas não houve nenhum prejuízo até o momento.

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“Foram estabelecidas diversas camadas de proteção nesses portais e monitoramento constante, identificando quem está promovendo essas tentativas, que serão levadas às autoridades competentes”, afirmou a Instituição, em nota.

Em 41 horas no ar, o site já recebeu 300 mil assinaturas, as quais são analisadas por triagem que checa dados como nome, CPF e IP (Protocolo de internet, tradução livre), uma identificação de dispositivos conectados à internet.

Divulgada oficialmente na terça-feira, 26, a carta em defesa da democracia já recebeu mais de 165 mil assinaturas Foto: Reprodução/estado de direito sempre

A informação foi divulgada pela jornalista Mônica Bergamo e confirmada pelo Estadão.

O documento tem ganhado assinaturas de peso nas áreas jurídica, empresarial e financeira do País. O texto circula desde a semana passada e, em um tom duro, defende o sistema eleitoral e o respeito ao resultado das eleições de outubro.

Conforme o Estadão mostrou na quarta-feira passada, empresários e juristas têm se articulado para unir forças em torno de uma mobilização que terá como ápice um ato no dia 11 de agosto, nas arcadas do Largo de São Francisco, no centro de São Paulo. A pauta principal será em defesa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da democracia brasileira.

A carta já recebeu assinaturas de nomes como o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, além de Roberto Setubal e Candido Bracher, do Itaú Unibanco, Pedro Passos e Guilherme Leal, da Natura, Walter Schalka, da Suzano, e o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan.

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