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Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia, com Eduardo Gayer e Augusto Tenório

Como Marina Silva rebateu a tentativa de constrangimento feita pela bancada do Amazonas

Ministra do Meio Ambiente foi novamente cobrada pela BR-319, mas desta vez rebateu as estocadas

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Por Augusto Tenório
Atualização:

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi alvo de cobranças da bancada do Amazonas pela conclusão das obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, em Rondônia. Como mostrou a Coluna, isso aconteceu durante uma visita de ministros ao Estado, no dia 5 de outubro. O encontro realizado em Brasília, nesta quarta-feira, 18, para debater a seca na região, poderia ter sido uma reedição do episódio. Desta vez, porém, Marina rebateu os parlamentares.

A ministra do meio ambiente (MMA), Marina Silva. Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO

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De acordo com interlocutores ouvidos pela Coluna, quando o assunto veio à tona, Marina chegou a provocar os senadores Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD), que pressionam a pasta por uma licença ambiental que autorize a retomada das obras na rodovia: “obrigado por falar na minha presença o que falaram na minha ausência”.

Marina afirmou que já existe uma licença autorizando asfaltamento de um dos trechos da rodovia desde 2007, mas nada foi feito. Tanto Eduardo Braga quanto Omar Aziz foram governadores do Estado após esse licenciamento. Ela afirmou ter passado 15 anos longe do ministério e que, nesse meio tempo, nada saiu do papel.

Também houve discussão sobre a inclusão da BR-319 no Novo PAC. Alckmin e o ministro de Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmaram que a rodovia já faz parte do programa. A bancada rebateu. “Quem quer fazer, não cria grupo de trabalho”, reclamou Omar Aziz.

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