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Broadcast Live conversa hoje com Gustavo Arruda, do BNP Paribas, sobre sinais do PIB

Banco reavaliou na semana passada o prognóstico que apontava a uma recessão neste ano e passou a projetar crescimento de 1,5%.

Foto do author Eduardo Laguna
Por Eduardo Laguna (Broadcast)
Atualização:

O Broadcast Live recebe nesta quinta-feira, 9, às 16h, o diretor de pesquisa para América Latina do BNP Paribas, Gustavo Arruda, para tratar das novas previsões do banco à economia brasileira.

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Pouco após a divulgação do crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, o BNP Paribas reavaliou na semana passada o prognóstico que apontava a uma recessão neste ano e passou a projetar crescimento de 1,5%. Para 2023, contudo, manteve a aposta de estagnação, ou seja crescimento zero, diante da tendência de intensificação dos efeitos da alta dos juros sobre a atividade.

 No BNP Paribas, Arruda coordena a equipe de economistas e estrategistas do banco francês na América Latina. Seu departamento é responsável por previsões, análises e visões sobre as economias e mercados da região que dão apoio às mesas de operações. Ele ocupa o cargo junto com a posição de economista-chefe do BNP Paribas no Brasil.

O Broadcast Live recebe nesta quinta-feira, 9, às 16h, o diretor de pesquisa para América Latina do BNP Paribas, Gustavo Arruda, para tratar das novas previsões do banco à economia brasileira; Live será transmitida no YouTube e LinkedIn da Agência Estado Foto: Omar Paixão/Divulgação

Doutor em economia pela Fundação Getulio Vargas e mestre em macroeconomia pela mesma instituição, Arruda é também um observador atento da economia internacional. Durante a entrevista, ele deve compartilhar o que espera em relação ao ciclo de alta dos juros nos países desenvolvidos em meio ao surto inflacionário global.

Perguntas ao entrevistado podem ser enviadas ao e-mail do jornalista Eduardo Laguna, mediador da live: eduardo.laguna@estadao.com.

 Para assistir ao programa, acesse o terminal Broadcast ou os canais da Agência Estado tanto do Youtube quanto do LinkedIn.

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