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Campos Neto diz que ainda há trabalho a fazer para reduzir a inflação no Brasil e no mundo

Presidente do BC participou da 1ª reunião de ministros e presidentes de bancos centrais do G-20 Brasil

Foto do author Francisco Carlos de Assis
Foto do author Eduardo Laguna
Por Laís Adriana , Francisco Carlos de Assis (Broadcast), Eduardo Laguna (Broadcast) e Cristina Canas (Broadcast)

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que ainda há trabalho a fazer para baixar a inflação no Brasil e no mundo, ressaltando que permanecem riscos para o cenário econômico. “A última parte (do processo de desinflação) será a mais difícil”, pontuou ele, durante discurso na abertura da 1ª reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G-20 Brasil.

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Em seus comentários, Campos Neto ressaltou que bancos centrais globais estão comprometidos em combater a inflação e defendeu que somente a estabilidade de preços permitirá um crescimento global estável no longo prazo, diminuindo a desigualdade social.

“Reduzir inflação vem com custos, mas demorar em atingir a estabilidade de preços pode prejudicar ainda mais a população vulnerável, que é afetada de modo desproporcional”, afirmou. “A melhor contribuição da política monetária para um crescimento sustentável, baixo desemprego e alta renda é manter a inflação baixa, estável e previsível.”

Roberto Campos Neto discursa durante reunião do G-20 Brasil Foto: Carla Carniel/Reuters

Campos Neto reforçou que a agenda brasileira do G-20 tem como prioridade a luta contra a pobreza e a desigualdade, tendo como pilar central a inclusão financeira da população de países emergentes. “Queremos construir um mundo justo e um planeta sustentável”, disse, enfatizando comentário anterior do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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