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Petrobras bate recorde de produção mensal de gasolina e diesel S10 em junho

Escalada da produção se refletiu nas vendas; estatal tem priorizado aumento do uso das refinarias e ampliação da cobertura do parque de refino

Por Gabriel Vasconcelos (Broadcast)

RIO - A Petrobras bateu recordes na produção mensal de gasolina e de diesel S10 em suas refinarias em junho, segundo informações da companhia divulgadas nesta terça-feira, 11. As marcas foram atingidas graças à elevação do Fator de Utilização Total (FUT) das refinarias, que chegou a 93% no segundo trimestre, o maior porcentual para o período desde 2015.

Em junho, a Petrobras produziu 2,01 bilhões de litros de gasolina, o melhor resultado desde 2014. Já no caso do diesel S10, foram produzidos 2,11 bilhões de litros em junho, superando o recorde anterior, de maio deste ano.

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A escalada da produção se refletiu nas vendas. Em junho, elas registraram aumento de 26% na gasolina, 2,9% no diesel S10 e 5,7% no querosene de aviação em relação ao mesmo período do ano passado.

Em nota, a Petrobras disse que os resultados “revelam, sobretudo, o aumento das vendas no mercado interno e a estratégia adotada pela Petrobras de investir em refino, visando garantir o atendimento de seus compromissos comerciais”.

Óleo diesel também teve produção recorde Foto: Dida Sampaio / Estadão

No documento, o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, afirma que a companhia tem contribuído para o crescimento dos clientes no mercado nacional e mantido uma atuação competitiva e segura, preservando rentabilidade e sustentabilidade financeira”.

O aumento constante do FUT das refinarias da Petrobras e a ampliação da cobertura do parque de refino sempre foi uma das políticas prioritárias do atual governo, desde a transição. Isso foi assumido publicamente pela atual gestão de Jean Paul Prates na companhia, em contraste com gestões anteriores, que enxugaram o negócio de refino em termos de volume, maximizando resultados a partir da política de preços ditada pela paridade de importação, ora descartada.

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