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Rayssa Leal apadrinha iniciativa ‘Floresta Olímpica do Brasil’, que busca reflorestar Amazônia

Projeto organizado pelo COB foca em impactos sociais, ambientais e econômicos em comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas

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Por Daniel Vila Nova
Atualização:

A skatista Rayssa Leal participou na última quarta-feira, dia 28 de abril, do lançamento do projeto “Floresta Olímpica do Brasil” nas cidades de Tefé e Alvarães, no estado do Amazonas. A iniciativa, da qual Rayssa é madrinha, é organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e visa o reflorestamento de cerca de 6,3 hectares de floresta em comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas.

“Estou muito feliz de participar disso tudo com o COB e outras atletas”, afirmou a medalhista olímpica. “A gente precisa pensar cada vez mais em sustentabilidade, no nosso dia a dia mesmo. Me sinto honrada por estar aqui e plantar a primeira árvore da minha vida”. Ao lado de Paulo Wanderley, presidente do COB, a atleta visitou a comunidade Bom Jesus da Ponta da Castanha e a aldeia São Jorge da Ponta da Castanha e plantou uma muda de Jatobá, espécie nativa da região.

Rayssa Leal e o presidente do COB, Paulo Wanderley, no lançamento do Floresta Olímpica do Brasil Foto: Marina Ziehe/COB

“É verdade que toda empresa gera impacto social e ambiental e o Movimento Olímpico como um todo tem que assumir essa responsabilidade. Agora, com a Floresta Olímpica do Brasil, o COB vai mergulhar ainda mais na pauta da sustentabilidade, assunto mais do que urgente no planeta inteiro”, ressaltou o presidente do COB. O plano é que a iniciativa dure até 2030.

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O projeto do COB faz parte do “Olympic Forest Network”, rede criada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) que prevê a restauração de florestas por Comitês Olímpicos Nacionais. De acordo com o COB, a restauração atingirá cerca de 4.500 árvores de espécies nativas, incluindo algumas que fazem parte das atividades tradicionais de extrativismo dos moradores locais, como a castanha da Amazônia e o açaí.

O COB tem como parceiro no projeto o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A iniciativa vai compensar a emissão de quatro mil toneladas de CO2 na atmosfera.

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