‘7 de outubro: uma ferida ainda aberta’; veja o minidocumentário do Estadão em Israel

Em abril, o Estadão esteve em Israel e presenciou o trauma coletivo que a população israelense ainda vive por causa dos ataques que iniciaram a guerra na Faixa de Gaza

PUBLICIDADE

Foto do autor Daniel Gateno

Em Israel, ataque do Hamas ainda é uma ferida aberta; Estadão visitou o país

Protestos em Tel-Aviv, memoriais na fronteira com Gaza: atentado de 7 de outubro ainda deixa marcas na sociedade israelense.

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

Gerando resumo

ENVIADO ESPECIAL A TEL-AVIV - As feridas dos ataques terroristas do Hamas no dia 7 de outubro de 2023 ainda estão presentes na sociedade israelense. Em Tel-Aviv, manifestantes protestam contra o governo e exigem a volta dos reféns e nas cidades israelenses próximas a Gaza, os moradores tentam refazer a vida em meio as vívidas lembranças do que aconteceu naquele dia e os sons da guerra.

Em abril, o Estadão esteve em Israel e presenciou o trauma coletivo que a população israelense ainda vive por conta dos ataques que iniciaram a guerra na Faixa de Gaza.

Kibbutz Nir Oz Foto: Daniel Gateno/Estadão

PUBLICIDADE

No minidocumentário “7 de outubro: uma ferida ainda aberta” a reportagem do Estadão conversou com familiares de reféns que seguem no território palestino depois de 600 dias e visitou as comunidades vizinhas a Gaza, em meio a barulhos da artilharia israelense e a vista para as ruinas de Khan Yunis, cidade palestina que fica a 2,5 km da fronteira com Israel.

As marcas dos ataques e da consequente guerra, que já deixou mais de 50 mil mortos, segundo o ministério da Saúde de Gaza, que é controlado pelo Hamas, levantaram dúvidas em muitos israelenses sobre a possibilidade de paz com os palestinos e a viabilidade da criação de um Estado palestino ao lado de Israel.

Apesar de muitos israelenses enxergarem os palestinos como inimigos, a ativista Ella Lotan, do movimento Standing Together, acredita que a paz e a segurança de todos na região é a única solução para prevenir novos ataques como o 7 de outubro.

*O repórter viajou a Israel a convite do Consulado de Israel em São Paulo.

Publicidade