Irã quer indenização por derramamento de petróleo e danos ambientais no Golfo Pérsico
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, disse que países que utilizam o Estreito de Ormuz têm ‘obrigação legal’ e ‘moral’ de r.
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Os Emirados Árabes Unidos denunciaram nesta quinta-feira, 13 (madrugada da sexta-feira, 14, no horário local), um ataque do Irã contra dois navios ligados à companhia petrolífera estatal Abu Dhabi National Oil Company (Adnoc) enquanto atravessavam o Estreito de Ormuz.
Essa passagem estratégica para o comércio mundial de hidrocarbonetos está, de fato, bloqueada pelo Irã desde o início da guerra, deflagrada em 28 de fevereiro por ataques israelenses e americanos contra a República Islâmica. Por sua vez, os Estados Unidos impuseram um bloqueio aos portos iranianos.

“Os Emirados Árabes Unidos condenam e denunciam veementemente o ataque hostil iraniano que teve como alvo dois navios ligados à Adnoc enquanto atravessavam o Estreito de Ormuz, sem que tenham sido registrados feridos”, informou o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes em um comunicado.
Abu Dhabi pede ao Irã que “reabra completamente e sem condições o estreito de Ormuz, a fim de preservar a segurança regional e manter a estabilidade da economia e do comércio mundiais”.
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Antes do início da guerra no Oriente Médio, um quinto do petróleo mundial transitava pelo Estreito de Ormuz. Teerã agora exige uma autorização dos navios e pretende eventualmente cobrar taxas de serviço para o uso da via, medida à qual Washington se opõe firmemente.
O presidente americano Donald Trump afirmou na quarta-feira, 12, que os Estados Unidos tinham controle “total” do Estreito de Ormuz, declaração classificada na quinta-feira como “mentiras” pelo exército iraniano. / AFP




