Clássico dos games de boxe volta em versão de tirar o fôlego - mesmo!

PUBLICIDADE

Foto do author Redação
Por Redação
Atualização:

Será que um jogo de 15 anos de idade tem alguma chance de prosperar hoje em dia? A Nintendo prova que sim, ao lançar Punch Out, para o Wii. Little Mac, um jovem boxeador, tem o sonho de ganhar o cinturão de campeão mundial. Para isso, ele precisa enfrentar os melhores lutadores do planeta, cada um com características de luta únicas. Não basta socar, é preciso utilizar estratégia para descobrir aberturas a defesa dos oponentes. Punch Out é o típico jogo feito para jogar em grupo. Ele é fácil de jogar, divertido de assistir e rápido. É quase um game de fliperama, só que em casa. O carisma dos personagens, a facilidade dos controles e a arte impecável, tudo tem a cara da Nintendo. A experiência de jogar usando a Balance Board, o acessório que acompanha o game Wii Fit, é fenomenal. Como registra com precisão a postura do jogador, o aparelho consegue reproduzir de forma realista a movimentação de esquiva dos golpes. É um pouco complicado acostumar-se com os controles assim, mas depois de meia hora, a diversão é imensa. E do mesmo tamanho é o cansaço. Jogar por horas, na maior empolgação, usando o corpo todo, cansa para valer. É claro que é totalmente possível jogar assim com movimentos suaves, mas o grande barato é mexer-se com vontade, como em uma luta real. Quem não está acostumado a desferir golpes vai ficar com os braços doloridos se não tomar cuidado. Mas o game vai progredindo de forma tão suave, tão divertida, que, sem perceber, você acaba fazendo um bom exercício. É sempre bom lembrar que não é todo mundo que pode sair esmurrando os personagens virtuais com todo vigor. Exatamente como qualquer atividade física, é bom lembrar de sues limites antes de sair por aí dando socos na empolgação. A Nintendo conseguiu mais uma vez um grande feito: ressuscitou um franquia que nasceu nos 8 Bits e amadureceu no Super NES e ao mesmo tempo fez com que todo mundo se mexesse.

Tudo Sobre
Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.