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Brechós crescem e levam mercado de roupas de segunda mão aos shoppings

Negócios ganham público de pessoas buscam peças mais autênticas e baratas no pós-pandemia

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Por Redação

Os brechós crescem, superam preconceitos e chegam a shoppings vendendo roupas usadas. O movimento ocorre junto ao crescimento do mercado de segunda mão no País durante a pandemia.

Entre os primeiros semestres de 2020 e 2021, houve um aumento de 48,38% na abertura de estabelecimentos que comercializam peças usadas, segundo estudo do Sebrae, com dados da Receita Federal. A receita bruta com a venda de produtos usados também cresceu 23% entre 2019 e 2021, de acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio com dados do IBGE.

Brechó Emigê, fundado pelo casal Diego Mazzon e Maria Gedeon, começou como e-commerce na pandemia e abriu segunda unidade física no Shopping Center 3, na Avenida Paulista. Foto: João Scheller/Estadão

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Trancados em casa, em meio ao primeiro ano da pandemia de covid-19, o publicitário Diego Mazon, 38, e sua esposa, a designer de moda Maria Gedeon, 28, passaram a refletir sobre a possibilidade de trabalhar em um negócio próprio. O novo empreendimento deveria estar conectado com algum tipo de propósito e ser funcional em meio às restrições sanitárias vigentes na época. O crescimento do setor de roupas de segunda mão ganhou impulso no Brasil durante este período e foi um propulsor para o casal investir em seu próprio brechó online, que hoje tem unidade em shopping na Avenida Paulista, em São Paulo.

Quer saber mais sobre o crescimento dos brechós? Acesse a reportagem completa neste link.

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