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A pandemia e o mercado de trocas de produtos usados

Por Luiz Fernando Gerber
Atualização:
Luiz Fernando Gerber. FOTO: DIVULGAÇÃO Foto: Estadão

A pandemia mexeu com a rotina de milhares de brasileiros, que passaram a ficar mais tempo em casa em virtude das recomendações de isolamento social. Essa mudança de comportamento refletiu nos hábitos de consumo das pessoas.

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Um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), divulgado em abril de 2021, aponta que muitos adeptos do home office, sem precisar sair de casa, deixaram de consumir produtos novos ,do segmento  de vestuário, como roupas e sapatos.

Segundo um estudo da OLX, entre 39% dos brasileiros que já compraram produtos usados, 45% deles o fizeram pela primeira vez durante a pandemia; a expectativa com isso é que o mercado de "segunda mão" deva atingir US$ 64 bilhões nos próximos cinco anos, ultrapassando o segmento de vendas tradicionais até 2024.

Atuando nesse mercado, porém, na modalidade de trocas de produtos sem envolver transações financeiras, aplicativos que buscam gerar boas oportunidades para pessoas que optam por esse formato de negócio vêm ganhando forma.

Os segmentos de móveis e eletrodomésticos usados também deve ter um  aumento de demanda nos próximos anos. O impacto econômico causado pela pandemia  fez o consumidor ficar mais criterioso na hora de comprar, e a troca de produtos usados é uma boa opção para aqueles que pretendem economizar adquirindo  produtos sem comprometer o orçamento.

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Todo mundo tem algo em casa, que não usa e que pode interessar a alguém e render uma boa troca.  Desde uma roupa, um eletrodoméstico, um jogo de videogame finalizado ou um livro já lido. Nosso aplicativo busca promover esse mercado buscando novas oportunidades de trocas por proximidade para pessoas, utilizando um sistema de geolocalização.

*Luiz Fernando Gerber, CEO do Finpli

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