EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Foto do(a) coluna

Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia, com Eduardo Gayer e Augusto Tenório

Governo admite que não há prazo para concluir ampliação do teste do pezinho prevista em lei

Questionamento foi feito pela deputada Rosângela Moro ao Ministério da Saúde

PUBLICIDADE

Por Gustavo Côrtes
Atualização:

O governo Lula admite que não há um prazo para o cumprimento de todas as etapas da lei sancionada em 2021 que ampliou o teste do pezinho, realizado logo após o nascimento para a detecção de doenças congênitas, como fibrose cística e anemia falciforme. Pela regra, o Ministério da Saúde deveria implantar equipamentos para identificar 53 doenças por meio deste exame no SUS em todo território nacional.

O Teste do Pezinho é um dos métodos usados para diagnosticar doenças raras.  Foto: Heitor Hui/Agência Estado

PUBLICIDADE

A chefe da Pasta, Nísia Trindade, afirmou que “não há como mensurar em cronograma temporal a inserção dessas etapas”. A informação consta em um ofício assinado por ela em resposta a um requerimento protocolado pela deputada federal Rosângela Moro (União-SP).

“Bebês que têm síndromes raras vão para casa sem diagnóstico. O atendimento de saúde adequado é fundamental para termos menores prejuízos no desenvolvimento. Por isso é muito importante que todo o SUS disponha do exame completo e que haja um cronograma efetivo de implementação”, afirma a parlamentar.

Procurada, a Saúde afirmou que “cumpre rigorosamente” a lei e que está na segunda das cinco etapas da implantação. No entanto, não informou um prazo para a conclusão do programa.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.