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Cesar Cielo exalta preparação na altitude mexicana

Brasileiro, campeão olímpico e mundial, diz que estrutura em San Luis Potosi será importante

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Por AE
Atualização:

SAN LUIS POTOSI - Na preparação para a Olimpíada de Londres, Cesar Cielo e outros nadadores da seleção brasileira escolheram o mesmo local que utilizaram antes da disputa dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro, no México. Assim, o grupo chegou nesta quarta-feira na cidade mexicana de San Luis Potosi, que está localizada a cerca de 1.900 metros acima do nível do mar, onde ficará treinando por quase um mês no centro de treinamento de La Loma."Escolhemos o local por conhecermos a estrutura, as condições que o centro de treinamento ofereceu antes do Pan. Temos confiança no que vamos encontrar em termos de equipamentos, tanto na piscina, coberta, quanto na parte de musculação. O local, como um todo, atendeu bem às nossas necessidades. É importante nos sentirmos bem", afirmou Cielo, que já tem índice olímpico para disputar as provas dos 50 e 100 metros livre nos Jogos de Londres.Outros seis nadadores seguiram para esse período de treinos no México - Thiago Pereira, Leonardo de Deus, Henrique Barbosa, Nicholas dos Santos, Tales Cerdeira e Vinícius Waked -, além do técnico Alberto Silva e de alguns profissionais de apoio, como médico, fisiologista e preparador físico. E o fato de treinar em grupo ajuda bastante. "Não só na motivação do dia a dia, mas também pelo fato de estarmos num local isolado", contou Cielo."A programação incluía um camping de treinamento nesta época do ano. Como todos gostaram da estrutura encontrada em La Loma quando fizemos a aclimatação para os Jogos Pan-Americanos, foi o local escolhido para esse treinamento", explicou Alberto Silva. "Não pesou o fato de ser na altitude, mas isso acaba ajudando ainda mais, é um desafio extra. O camping é importante para que a cabeça do grupo fique apenas no treinamento", completou o técnico.Cielo ficará treinando na altitude mexicana até a disputa do Grand Prix de Missouri, de 10 a 12 de fevereiro, nos Estados Unidos. "Será mais um desafio mental e pessoal do que propriamente uma competição contra adversários. Vamos sair da altitude bem estafados, fatigados mesmo, e encontrar rivais que podem estar em blocos diferentes de treinamentos", contou o brasileiro, que pretende nadar uma competição por mês até a Olimpíada em julho.

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