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Praça da República: leitora cobra assistência para moradores de rua

Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social afirma que os orientadores socioeducativos do Serviço Especializado de Abordagem Social percorrem diariamente a região

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Por Renata Okumura

Ana Maria Lopes relata que dezenas de pessoas estão vivendo em apenas um pequeno trecho do calçadão da República, no centro da cidade, em meio à sujeira e lixo na região.Ela cobra medidas da prefeitura.

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Reclamação de Ana Maria Lopes: “Na primeira semana do ano, tivemos um agravante à miséria que se tornou rotineira no centro de São Paulo. Os moradores de rua que dormem sobre uma saída de ar quente na Praça da República espalharam-se, para escapar do excesso de fumaça expelido pelo ‘bueiro’, em frente ao número 282 da praça, a poucos metros da saída do metrô. É grave o número de pessoas sem assistência. Veja que, em apenas um pequeno trecho do calçadão da República, existem 14 pessoas em meio à sujeira e ao lixo.”

Resposta da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS): “A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) informa que os orientadores socioeducativos do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) percorrem diariamente a região da Praça da República, na região central, ofertando encaminhamentos para os serviços da rede socioassistencial da Prefeitura de São Paulo. Somente no endereço citado, entre 1° de novembro de 2023 a 7 de janeiro de 2024, foram realizadas 1.250 abordagens a pessoas em situação de rua pelo SEAS, resultando em 771 encaminhamentos para os serviços de acolhimento. Vale ressaltar que uma pessoa pode ser abordada mais de uma vez. Os orientadores socioeducativos do SEAS realizam atendimentos sociais diários na cidade de São Paulo a adultos, idosos, crianças e adolescentes que vivem em situação de rua ou de vulnerabilidade social, incluindo cenas de uso de álcool e outras drogas, e estes profissionais são capacitados para identificar a necessidade de cada pessoa abordada e oferecer encaminhamentos para os serviços da rede socioassistencial da Prefeitura.”

Após o retorno da prefeitura, a reportagem entrou em contato com a leitora para informar sobre a resposta da gestão municipal. Ela reforçou que o número de pessoas em situação de rua só aumenta. Ela disse que acredita que sejam realizadas algumas abordagens, mas que é evidente que não há oferta de serviço suficiente e qualificado para resolver a situação de forma definitiva.

Leitora cobra assistência para moradores de rua na região da República. Foto ilustrativa. Foto: Adobe Stock

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